Mais uma bela e jovem cidade do interior de nosso Estado. Uma economia pujante e um povo maravilhoso. Conheça Toledo, no Paraná.
O Município de Toledo está situado na Região do Oeste Paranaense, uma área de colonização recente. Sua efetiva ocupação, deu-se nas Décadas de 1940 e 1950, tanto que, em 1960, havia apenas cinco Municípios na Região: Foz do Iguaçu, Cascavel Toledo, Guaíra e Guaraniaçu.
Ao tempo da colonização do Prata pelos espanhóis, esta Região pertencia à Província del Guairá e integrava-se sob administração espanhola. Esta Província foi estabelecida após o Tratado de Tordesilhas (07/06/1494), quando os espanhóis criaram o Vice-Reinado do Prata, que abrangia o Uruguai, a Argentina, uma parte do Peru e da Bolívia, com capital em Assunção (Paraguai). Na área oriental do Rio Paraná criou-se a Província de Vera e nela estabeleceu-se a Província Jesuítica del Guairá, também chamada de Reduções Jesuíticas.
Em 1554, o Governador Martinez Irala, a fim de confirmar a posse e propriedade da Província, mandou o seu preposto Francisco Garcia Vergara fundar na margem oriental do Rio Paraná, junto à foz do Rio São Francisco, o povoado de Ontiveros. ("História do Paraná",pg.47,1º vol.2ª Ed.) - ("Recordações de um Cosmógrafo de Cabeza de Vacca", General Tourinho, p.467,2ªEd.,1992, "...Vergara, que também fundara Ontiveros na foz do Rio São Francisco, afluente da margem esquerda do Rio Paraná...") - (O historiador Romário Martins, Diretor do Museu Paranaense, entre diversos e valiosos mapas, deixou-nos a terceira edição corrigida em 1921, (Museu Histórico Willy Barth) onde, exatamente no local assinalado, informa: "Ruínas de Ontiveros"). Três anos mais tarde, Ontiveros foi transferido para as proximidades da foz do Rio Piquiri, onde passou a chamar-se "Cuidad Real del Guairá".(op.cit.p.48). Ontiveros foi, portanto, a primeira cidade fundada no território hoje ocupado pelo Estado do Paraná.
Mas a História, muitas vezes, parece se repetir. Eis que, quando em 1905, cidadãos ingleses constituíram em Buenos Aires uma empresa que denominaram Companhia de Maderas del Alto Paraná e adquiriram uma vasta área de terras, a qual denominaram de Fazenda Britânia, e construíram a sede de sua empresa exatamente sobre as ruínas de Ontiveros, que passaram a denominar de Porto Britânia.
A Região oeste era passagem do histórico caminho do Peabiru que, do Oceano Pacífico estendia-se até o Atlântico. Era percorrido por indígenas que por ele andavam e a partir da ocupação por europeus passou a ser muito agitado.
A partir de 1610, os padres jesuítas reuniam grupos de índios guaranis em pequenas aldeias para evangelizá-los, civilizá-los, ensinando-lhes trabalhos artesanais em couro, madeira e outros materiais. Após civilizados, eram conduzidos para Assunção e confiados a famílias de bem, onde faziam os seus trabalhos. Esta abundância de mão de obra mansa e submissa atraiu a cobiça dos paulistas. Os bandeirantes paulistas percorrendo as matas de São Paulo e Paraná, geralmente usavam o caminho do Peabiru para aprisionar os índios missionados que, depois de apreendidos, eram vendidos aos engenhos de açúcar no Nordeste e, os que conseguiam escapar sem serem trucidados, alguns voltaram a viver nas matas, outros fugiram para o Sul, sendo acolhidos nas Missões dos Sete Povos do Rio Grande do Sul.
Comandada pelo Major Antônio Maria Coelho, a Comissão Demarcadora dos Limites (1871-1874), trabalhava pelo Sul do Mato Grosso, quando a ela se juntou como fornecedor de gêneros alimentícios, Thomas Laranjeiras, cidadão português ou brasileiro, conhecedor da Região, pois, que já extraíra erva-mate no Paraguai. Usando as boas relações e influências assim conquistadas, conseguiu, pelo Decreto Imperial nº 8799, de 9 de dezembro de 1882, uma licença para, durante dez anos, explorar a extração e exportação da erva-mate no Mato Grosso e, fronteira com o Paraguai. Mais tarde fundou a Companhia Mate Laranjeiras S/A. (1909-1965), estabelecendo-se nas margens do Rio Paraná, abaixo das Sete Quedas. A Região, situada entre o Rio Piquiri (Guaíra) e o Rio Iguaçu (Foz do Iguaçu), foi a mais explorada por empresas argentinas e paraguaias, algumas com licenças (a maioria não as tinham) do Governo Brasileiro, que extraíam também, madeiras e erva-mate. Foi então, em 1881, fundada a Vila Iguaçu. Não só a extração desses produtos, mas também o regime escravagista usado por essas empresas estrangeiras no território, que fez com que o Governo do Brasil resolvesse, em 21 de novembro de 1889, fundar a Colônia Militar de Foz do Iguaçu. A Lei nº 313, de 14 de março de 1914, criou o Município de Foz do Iguaçu que abrangia toda a Região do Extremo Oeste Paranaense, entre os Rios Piquiri e Iguaçu, totalmente coberta por matas e completamente desabitada, salvo alguns acampamentos de colheita de erva-mate pertencentes às empresas da Argentina e do Paraguai que operavam na Região.
A colonização
A Fazenda Britânia pertencente aos ingleses da Companhia de Maderas del Alto Paraná, com sede operacional em Porto Britânia, media aproximadamente 43 quilômetros ao longo do Rio Paraná, desde a foz do Rio Guaçu até a foz do Rio São Francisco Falso e 78 quilômetros de Oeste a Leste, formando um retângulo contendo 274.752,846 hectares de matas nativas e de riquíssima fauna.
Sem expectativas de conseguir atingir seus objetivos, colocaram à venda a sua grande propriedade. Um grupo de pessoas ligadas ao comércio atacadista gaúcho, resolveu adquirir a Fazenda Britânia e, para isso, constituiu a empresa Industrial Madeireira Colonizadora Rio Paraná S/A. - MARIPÁ, com o objetivo de subdividir o latifúndio em pequenas propriedades de 10 alqueires paulistas, aproximadamente 25 hectares, com uma boa infra-estrutura, tudo construído com a receita advinda da exploração de parte da madeira existente. Daí que a área da Fazenda Britânia foi densamente povoada, em terras perfeitamente legais, sem nunca alguém ter sofrido demandas ou mesmo danos físicos, originados por disputas de terras sem dono.
Os primeiros diretores da colonizadora Maripá foram: Alfredo Paschoal Ruaro, diretor-gerente; e os diretores comerciais Egon Werner Bercht, encarregado da representação política da empresa e representação comercial para venda de madeiras no exterior e Julio Gertum de Azevedo Bastian, engenheiro civil responsável pela organização das medições das subdivisões das terras. Impossibilitado de residir em Toledo, Alfredo Paschoal Ruaro, delegou a tarefa ao seu irmão Zulmiro Antônio Ruaro, que veio a Toledo comandando o primeiro caminhão com 14 trabalhadores, que chegaram às margens do Arroio Toledo em 27 de março de 1946. Zulmiro administrou os serviços durante três anos, quando, em virtude de enfermidade e afastamento do diretor Alfredo Paschoal Ruaro, a Assembléia Geral de 25 de março de 1949, da Maripá, elegeu o novo diretor-gerente, Willy Barth, experiente colonizador, já tendo fundado a cidade de São Miguel do Oeste, em Santa Catarina.
Anos mais tarde, o Conselho Municipal de Cultura de Toledo, como conseqüência a vários estudos realizados, deliberou considerar Fundador de Toledo, o pioneiro Zulmiro Antonio Ruaro, desbravador que enfrentou os primeiros e mais difíceis anos da implantação da colonizadora, a construção da cidade, as primeiras estradas, as primeiras exportações e início efetivo da colonização.
O primeiro caminhão a chegar no Arroio Toledo, trazia como trabalhadores Juvenildo Lorandi, Antônio Scain e José Scain, Avelino Preto, Ângelo Gobbi, Orlando Cambruzzi Tomé, José Drago, Marcilio e Mansueto Molon, Gregório Spacin, Atalípio Bohne, Ivo Zago, Pedro Rodolfino e no comando estava Zulmiro Antonio Ruaro. A viagem transcorreu via Vacaria-Erexim-Chapecó-Clevelândia-Lagoa Seca-Laranjeiras do Sul (então capital do Território do Iguaçu)-Rocinha-Catanduvas-Cascavel. Chegaram em Cascavel no dia de São José, 19 de março de 1946. Faltava percorrer a distância de Cascavel até o Arroio Toledo, cerca de 45 quilômetros. Existia apenas uma picada no mato pela qual estendia-se a linha telefônica mandada instalar pelo então General Cândido Mariano Rondon, que ia até Porto Mendes. Alargar essa picada com machado, serras, estender pranchas de madeira por cima dos arroios, tombar o caminhão duas vezes e alcançar o tal Arroio Toledo foi o trecho mais trabalhoso, levando oito dias. A chegada no Arroio Toledo aconteceu na tarde do 27 de março de 1946, data em que se comemora a fundação da cidade que passou a ser denominada com o mesmo nome do seu arroio.
Na época não se esperava a criação de uma cidade, daí o fato de todos considerarem o acampamento junto ao Arroio Toledo, como a sede dos trabalhos da empresa colonizadora, referindo-se a ela como "Sede Toledo", um povoado que não era sequer distrito.
De início, começaram a aparecer elementos paraguaios em busca de serviços. Vieram também poloneses de um lugar próximo a Cascavel, chamado São João, colonização de imigrantes lá localizados pelo Governo do Paraná. Todos constituíam a mão de obra indispensável para os trabalhos a serem realizados.
A Colonizadora fez então a planta de uma pequena vila logo a Oeste da margem direita do Arroio Toledo. As ruas foram traçadas no sentido norte-sul e leste-oeste, com praças e logradouros, tendo, desde logo, sido fixados alguns pontos, como igrejas, escritório da empresa, casa comercial, hotel, etc. Os trabalhadores que pretendiam fixar-se na sede adquiriam um lote valor com simbólico, a ser pago em parcelas. Ao longo das estradas que foram sendo estendidas para o interior foram fundadas outras vilas, distando, mais ou menos, 20 quilômetros uma da outra. A Colonizadora fundou diversas vilas, das quais, atualmente, algumas são Distritos e sete são Municípios. Dentro da mesma área da antiga Fazenda Britânia existem hoje duas Comarcas: Toledo e Marechal Cândido Rondon.
O desmembramento de Toledo do Município de Foz do Iguaçu deu-se pela Lei nº 790, de 14 de novembro de 1951. A Administração Municipal iniciou-se com a posse do primeiro Prefeito e Câmara dos Vereadores, no dia 14 de dezembro de 1952, data magna do Município. A população contava em 1.720 habitantes, foram 850 eleitores, tendo votado 825 eleitores que elegeram para Prefeito Municipal o médico Ernesto Dall'Oglio, pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) e os vereadores: pelo PR (Partido Republicano), José Ayres da Silva; pelo PL (Partido Libertador), Guerino Antonio Viccari, Rubens Stresser, Clécio Zenni, Ondy Hélio Nierderauer, Leopoldo João Schmidt, Alcebíades Formighieri, Waldi Winter e Wilibaldo Finkler. Minucioso e inteligente trabalho realizado durante um ano, pelo Governo Municipal, fez com que Toledo fosse beneficiado pela conquista da Comarca, criada pela Lei nº 1542, de 14 de dezembro de 1953 e sua instalação ocorreu no dia 9 de junho de 1954. Entre muitos fatos pitorescos ocorridos, destacamos o seguinte: seguidamente o caminhão disponível tinha de viajar para Cascavel em busca de madeiras e, às vezes, até quando chegava uma carga de arroz, farinha ou outro material de manutenção, necessário para o abastecimento da sede.
Numa dessas viagens feitas por Juvenildo Lorandi e o motorista Orlando Cambruzzi Tomé, viram lá, em Cascavel, um amontoado de gente. Aproximaram-se e logo constataram que se tratava da Celebração de uma missa. Quando terminou a celebração foram falar com o padre e contaram que moravam num acampamento de homens que estavam começando o trabalho da Colonizadora, construindo uma cidade há poucos quilômetros e pediram que o padre os acompanhasse até lá para rezar uma missa e outros afazeres. O padre, meio relutante, concordou e marcaram a viagem para dois dias depois.
No dia marcado ninguém foi trabalhar. Todos esperavam ansiosos pela vinda do el prete, como os trabalhadores de origem italiana assim o chamavam, pois que não lhe sabiam o nome.
Com Orlando e Juvenildo, o Padre Antônio Patui, sacudindo dentro da cabine do caminhão, finalmente desembocou da estradinha do mato para a clareira do acampamento...(deixemos o Padre Antônio falar o que aconteceu {segundo gravação em depoimento ao Museu Histórico de Toledo}):
"Quando o caminhão parou, eu me assustei. Um bando de homens barbudos, com roupas rasgadas, trazendo na cintura compridos facões, alguns andavam com revólver. Cercaram o caminhão gritando coisas que eu não entendia. Eu tinha certeza que havia caído na emboscada de um bando de salteadores, que iam pedir aos meus superiores algum resgate. O chofer ao meu lado me empurrava para eu sair. Mas eu meio me segurava. Daí aos poucos eu fui entendendo que estavam gritando "el prete, viva el Prete, viva el Prete!" Mesmo assim, meio desconfiado, fui descendo devagarinho. Descobri, depois, que aqueles sorrisos eram de alegria sincera e que essa gente estava sentindo, naquele momento uma grande emoção mas que, para mim, foi um pavoroso susto. Eram todos amigos. E como eram amigos!."
Na noite daquele mesmo dia realizou-se uma novena à luz de fogueiras e foram ouvidas confissões.
No dia seguinte, 30 de julho de 1946, foi celebrada a primeira missa junto à margem esquerda do Arroio Toledo. Por cerca de dez anos o Padre Antonio Patui permaneceu em Toledo, deixando saudades a seus paroquianos e amigos que soube conquistar em outras religiões.
A então localidade de Toledo pertencia à Comarca de Foz do Iguaçu. Toledo nunca chegou a ser vila ou distrito. Passou logo a município. Em 14 de novembro de 1951 a Assembléia Legislativa criava o município de Toledo. O anseio político, a vontade de emancipação duraram mais 13 meses. Em 14 de dezembro de 1952, Toledo era oficialmente levado à condição de município. Neste mesmo ano tomou posse o 1º prefeito de Toledo, o Dr. Ernesto DallÓglio. O comportamento demográfico do Município e da Região comprovam este quadro. Toledo recebera seu primeiro contingente de colonizadores em 1946. Segundo Oscar Silva (TOLEDO e Sua História, 1988), em 1947 se iniciava a venda de terras da Fazenda Britânia.
O trabalho do pioneiro como "personagem-síntese" já não era o bastante para as atividades da empresa, como também a venda exclusiva de madeira já não satisfazia às necessidades financeiras do empreendimento. A Maripá tinha como objetivo principal transformar o Oeste em celeiro do Paraná e, para isso, precisava, antes de tudo, de núcleos populacionais de apoio.
O Turismo é uma das maiores forças impulsionadoras do desenvolvimento nacional, estadual e municipal, gerando renda, emprego, tributos e divisas.
Não se identifica no Turismo uma única atividade econômica, mas um agregado de atividades produtivas, inseridas em diferentes setores – agricultura, indústria e serviços, meio ambiente, cultura, esportes, saúde, educação, que produzem múltiplos efeitos produtivos.
Com este pensamento, Toledo iniciou um processo de identificação do seu perfil turístico, justamente para agregar toda a sua força local. Inserido no Programa Nacional de Municipalização do Turismo (PNMT), Toledo possui todos os selos da EMBRATUR que o credenciam como Município com potencialidade e prioridade para o desenvolvimento turístico.
É detentor do Prêmio Paraná Ambiental na modalidade de Gerenciamento de Resíduos Sólidos através do Programa Lixo Útil / Câmbio Verde, possui um monitor municipal de Turismo, um Conselho Municipal de Turismo e recebeu do Estado a aprovação, através de Lei nº 163/2000, de 24 de maio de 2000, consolidando-o como Pólo de Turismo Gastronômico, Cultural e Turismo de Negócios e Eventos no Oeste do Estado do Paraná.
Importante centro de suinocultura, Toledo começou a ganhar destaque no cenário nacional com a sua Festa Nacional do Porco Assado no Rolete, hoje com mais de 33 anos de existência e conhecida internacionalmente. O prato é tão popular, que a cidade Toledo no contexto nacional é conhecida como a "Cidade do Porco no Rolete". Deste prato surgiram mais 17 (dezessete) diferentes Festas Populares, consolidando o seu título de Pólo Gastronômico.
Além da gastronomia, Toledo possui belezas naturais como saltos, cachoeiras, trilhas ecológicas no Rio São Francisco, o Parque Ecológico Diva Paim Barth com lago, na região central da cidade, horto florestal, um Centro de Atenção Primária Ambiental e diversos outros atrativos, onde milhares de pessoas se concentram principalmente nos finais de semana.
O Parque dos Pioneiros, Usina de Conhecimento, Kartódromo, Pista de Motocross, Bicicross, inúmeros pesques-pagues, Shopping Center, restaurantes, lanchonetes, hotéis, Museu Histórico, Casa da Cultura e um aeroporto com uma das melhores condições de pouso no país, são outros atrativos que o município oferece.
Destaca-se o complexo do Centro de Eventos Ismael Sperafico, com 23.780,85 mil metros quadrados de área construída, um dos maiores empreendimentos do gênero no Sul do país, tendo sua primeira etapa inaugurada em junho de 2000 e a segunda em outubro de 2001. Conta com um pavilhão de exposição, centro gastronômico, arena de rodeios, com capacidade para abrigar aproximadamente oito mil pessoas, complexo agropecuário, contendo 11 pavilhões: para gado de corte, gado leiteiro, eqüinos, suínos, peixes, pequenos animais, exposição, leilões, e recebimento de inspeção sanitária, Centros de Apoio e Treinamento Agropecuário, um outro para a Suinocultura, uma pista de laço com área total superior a 7.000 m2.
Toledo conta também com um moderníssimo Teatro Municipal, considerado o segundo do Estado, com capacidade para 1.021 lugares e com uma das melhores acústicas do país.
Toledo tem muito mais motivos para ser visitado. O município tem um dos mais baixos índices de criminalidade do Estado; é conhecido e elogiado pela inexistência de menores de rua, devido a eficiência de seus programas sociais que tornam nula a criminalidade infantil.
Os investimentos na educação infantil, ensino fundamental e médio garantem índices satisfatórios na formação social e cultural do cidadão. Toledo possui seis campi de cinco instituições, das quai duas públicas, uma federal tecnológica e outra estadual multicampi, além de quatro extensões com 40 cursos de graduação, diversos de PÓS Graduação e Mestrado e oito mil acadêmicos: UTFPR, Unioeste, Unipar, Fasul e PUC.
O Comércio tem alto poder de competitividade e a qualidade ambiental do município é reconhecida nacional e internacionalmente, através da Organização Mundial e Pan americana de Saúde (OMS/OPS).
Visitar Toledo, é mais do que saborear os seus deliciosos pratos, é conhecer a sua gente, é sentir o prazer de viver por alguns dias, numa cidade hospitaleira e tranqüila, provando da sua Qualidade de Vida.
Origem do Nome: Provém do Arroio Toledo, que passa ao lado da cidade.
- 1º rua de Toledo a receber o calçamento com pedras irregulares foi a rua 7 de setembro, onte o posteamento dividia a mesma.
- 1º rua pavimentada foi a Rua Barão do Rio Branco, nos anos de 1963 e 1964.
- 1º estabelecimento comercial foi o Empório Toledo Ltda., pertencente ao Grupo Maripá, instalado na esquina da 7 de setembro com a Barão. Mais tarde, o prédio antigo foi demolido e em seu lugar surgiu um dos primeiros prédios de dois pisos de Toledo.
- 1º médico foi Dr.Ernesto DallÓglio.
- 1º escola primária: Imaculado Coração de Maria.O Pe. Antonio Patui foi quem conseguiu a vinda do Colégio das Irmas de Caridade da Congregação de São Vicente de Paulo para Toledo, instalando-se em fevereiro de 1948.
População: 105 mil habitantes
Eleitores: 75 mil. - Orçamento para 2006: R$ 121 milhões.
Funcionários: Cerca de 2 mil
18 Secretarias, 3 Assessorias, Gabinete, FUNTEC, EMDUR
Emancipação: 14 de dezembro de 1952
Economia: Agroindustrial
42 mil veículos automotores (um veículo para cada 2,5 habitantes)
Justiça estadual, vara da justiça federal, ministério público estadual, vara da justiça federal do trabalho, ofício do ministério público federal do trabalho
3º lugar em índice de desenvolvimento humano (IDH) entre as 10 maiores cidades do Paraná
9º lugar em arrecadação do imposto de circulação de mercadorias e serviços (ICMS) do Paraná
10º lugar em produto interno bruto (PIB) total do Paraná
17 Agências bancárias
1º lugar em PIB agropecuário do Paraná e da região sul e 11º lugar no país
1º lugar em VBP (valor bruto da agropecuária) do Paraná
3º lugar em valor adicionado da agropecuária do Brasil
5,5 mil propriedades rurais
1º lugar em rebanho suíno do Paraná
1º lugar em plantel de frango do Paraná
3º maior produtor de leite do Paraná, produção de 70 milhões de litros/ano
1º lugar em produção por bacia leiteira e 2º lugar em produtividade da região sul e do país, com 2.802 litros vaca/ano em 2003
1º lugar em piscicultura comercial do Paraná.
Este resumo histórico foi elaborado pelo pioneiro e historiador Ondy Hélio Niederauer, e extraído do seu livro "TOLEDO NO PARANÁ"; com dados fornecidos pela Prefeitura Municipal de Toledo.
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